2001 Vídeo


HomeDVDBlu-RayLivrosLojasBlog
Produtos: 0
Total:  R$ 0,00
. Clique aqui para fazer o login.  

 


Listar todas as coleções


Conheça a 2001
Frete
Ajuda
Nossas lojas
Fale conosco
Segurança
Política de troca
Trabalhe conosco
Envie um presente







 
 

Amor?

 

AMAR: VERBO INTRANSITIVO
Diretor de Janela da Alma e Pro Dia Nascer Feliz, João Jardim concedeu entrevista exclusiva sobre Amor?, misto de documentário e ficção sobre relações amorosas pautadas pela violência.

O que o motivou a abordar assunto tão difícil e ao mesmo tempo tão banalizado na ficção televisiva?
É um assunto muito próximo de todo mundo. Pude perceber claramente que era um bom material – pelos conflitos, pela carga de emoção e pelo próprio desafio. Em meu trabalho, busco algo que possa ter uma interação com o público e gosto de tratar de temas que permitam a reflexão.

No início, Amor? foi idealizado como documentário?
Exatamente. Comecei com a ideia de fazer um documentário sobre como a violência começa e se instala num casal que se ama, mas percebi que seria muito difícil os entrevistados contarem suas histórias em frente à câmera devido ao teor de seus depoimentos.

Por isso a opção de usar atores famosos?
Sim. Por que era impossível usar as pessoas reais? Primeiro, por uma questão ética: até poderia usá-las, mas sabia que essa exposição poderia ser prejudicial para elas. Em segundo lugar, a questão legal: como nos depoimentos sempre se menciona alguém, essa pessoa poderia não concordar e até mesmo impedir juridicamente que o filme saísse.

Você chegou a pensar em encenar as histórias de violência?
Não, porque isso tiraria um pouco do caráter documental da proposta, da verdade dessas pessoas. Os depoimentos não foram alterados, só não usei alguns na íntegra. E as cenas de violência têm uma força muito maior faladas do que mostradas.

E a pesquisa e os critérios para seleção dos depoimentos usados no filme?
O critério principal foi que as histórias abordassem o tema de uma forma nova. O filme não tem a pretensão de ser uma pesquisa sobre o tema, apenas segui minha vivência de diretor ao escolher quais relatos iriam render mais dramaticamente. Foram critérios "artísticos" e ao mesmo tempo subjetivos para filtrar oito de 50 a 60 depoimentos.

E evitar retratar histórias de classes mais baixas, mostrando que a violência doméstica não esconde classe social...
A violência, do ponto de vista das classes mais populares, já foi muito abordada na mídia, em programas vespertinos, por exemplo, e quis evitar esse tipo de abordagem. No início, até incluí alguns relatos do tipo, mas percebi a sensação de já ter visto esse tipo de história antes...

O tema delicado e os impactantes depoimentos de Amor? o afetaram muito e ao elenco?
Ficamos muito impactados. O que mais me impressionou no filme é como todo mundo conhece alguma história – própria ou de algum conhecido/familiar – de violência que não é apenas física, mas aquela em que você se deixa invadir mais do que gostaria, ou mesmo invade mais alguém em consequência da química do relacionamento. Decidi utilizar atores famosos porque eles ajudam o público a entender que é uma encenação, mas que, de uma maneira muito pessoal, poderia acontecer com qualquer um. Você pode viver uma história dessas em algum momento da sua vida, ninguém chega com um cartaz escrito “olha, eu sou essa pessoa que pode te machucar”. Lógico que tem gente que sai fora no primeiro mês, mas muitas pessoas não conseguem, por “n” motivos.

Já foram realizadas exibições-teste com escolas e grupos específicos. Como tem sido esse diálogo com o público?
Varia muito. Tem plateias profundamente confortadas com o filme, principalmente em exibições seguidas de debate, mas há também muita gente que se sente desconfortável e até afetada pelas histórias.

Você codirigiu Lixo Extraordinário, mas precisou deixar o projeto. Como foi essa experiência?
Foi ótima. Filmei quase 60% do Lixo Extraordinário, incluindo a parte do Jardim Gramacho, em 2008, mas tive de sair do filme em razão de outros projetos profissionais – Amor? e meu roteiro sobre Getúlio Vargas.

Depois de alguns trabalhos [a minissérie Engraçadinha, o especial musical Por Toda Minha Vida] para a TV, há algum novo programa em vista?
Tenho um projeto documental para o canal GNT, ainda sem título, sobre novas configurações familiares.

E o projeto sobre Getúlio?
Será uma ficção baseada em fatos reais sobre os últimos 19 dias da vida de Getúlio, desde o tiro sofrido por Carlos Lacerda até seu suicídio. O projeto está em processo de captação de recursos e espero filmá-lo ano que vem.

 
 










Bastidores
Biografias
CD-ROM
Críticas e Ensaios
Enciclopédias
Entrevistas
Filmografias
Fotos e Pôsteres
Guias
História do Cinema
Roteiros
Técnicos
Variedades






Home : DVD : Livros Sobre Cinema : Nossas Lojas : Fale Conosco : Cadastre-se

Copyright © 2010 - Todos os direitos reservados a VCL. 2001 Com. e Loc. Ltda
Notas Legais / Politica de Privacidade

social
Avaliação de Lojas e-bit O maior sistema de proteção contra hackers do mundo, previne em 99,9% crimes de hackers. Utilizamos a tecnologia McAfee SECURE para proteger nossos servidores contra ataques de hackers.

Os preços anunciados nesta página valem somente para compras efetuadas através de nosso site.
Os mesmos produtos podem apresentar valores diferentes nas lojas físicas da 2001 Vídeo.
Os títulos indisponíveis poderão sofrer alterações de preços quando retornarem ao estoque.